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Representantes de Base são fundamentais para o fortalecimento da categoria

26/05/2017

Escrito por: SINDIJUS

 

A qualidade da participação da categoria é um elemento essencial na luta sindical. Uma categoria participativa e engajada na defesa dos seus interesses é certeza da existência de um sindicato forte. Na organização sindical há uma divisão de papeis a serem exercidos, e um dos mais importantes é o de representante da entidade nos locais de trabalho. E, quando se avalia o papel da representação de base, percebe-se que tal função propicia a ligação daqueles que tem o dever da representação com os que têm a responsabilidade da participação.

 

A entidade sindical é responsável pela representação dos interesses da categoria, entretanto, essa representação está totalmente ligada à qualidade da participação da categoria. É dever da direção do sindicato orientar e traçar os rumos da categoria, mas para que os objetivos sejam alcançados e para que o sindicato seja forte, é preciso que a base tenha consciência da importância de sua participação nas instâncias do sindicato.

 

No caso do Sindijus/SE, o Conselho de Representantes é uma das principais instâncias da entidade, sendo formado por representantes de base, pela Diretoria Executiva, pelo Conselho Fiscal e pela Suplência. Cabe ao Conselho de Representantes, em conjunto com as outras instâncias do sindicato, deliberar sobre todos os assuntos de interesse da categoria, o que reforça a importância de um bom trabalho realizado pelos representantes de base.

 

“O representante de base é quem está mais próximo dos filiados, é quem eles primeiro procuram para saber alguns detalhes, informações, saber sobre campanhas. É importantíssimo que ele esteja sempre informado por meio do site. Invariavelmente ele vai ser identificado pelos colegas, nos corredores, nas secretarias, e os filiados irão questionar algumas informações. O representante de base bem informado terá que dar as informações corretas da vida e das atividades do sindicato”, explica o representante de base no Fórum Gumersindo Bessa, Lucas Oliva, eleito para o período 2014-2017.

 

O trabalho do representante de base potencializa a voz dos meios de comunicação do sindicato e da própria Diretoria, e permite que cada vez mais, um número maior de servidores do Tribunal de Justiça, filiados ou não, possam debater sobre temas comuns. Isso porque a convivência do representante no dia a dia dos locais de trabalho possibilita um contato direto e constante.

 

Luciana Nunes, também representante no Gumersindo Bessa no período anterior, acrescenta que o papel é desempenhado numa via de mão dupla. “O representante de base faz a ponte entre os ambientes de trabalho em que ele está inserido e a Direção. Nesse processo, a gente consegue vislumbrar as demandas mais localizadas e pode fazer esse retrato sobre condições de trabalho e necessidade mais urgentes no sentido de segurança do trabalhador, por exemplo. Pontos que podem ser levados para discussão”, complementa.

 

O relato do colega Rafael Moreira, representante no Palácio da Justiça, também é semelhante. “Acho que é um contato maior com os colegas de trabalho, com o que pensam, alinhar mais com o pensamento de todo mundo e poder levar um pouco dessa bagagem para o conhecimento da Direção”, conta.

Há casos também que vão além das demandas coletivas de um setor. A representante de base Luciana Nunes conta que além de relatar sobre dúvidas em relação a decisões de assembleia e campanhas salariais, já pode auxiliar diante de um caso de assédio moral, ouvindo e fazendo a ponte com outros setores do sindicato.

 

Em relação ao compromisso pessoal, tanto Lucas Oliva quanto Luciana Nunes apontam a vontade de atuar de forma positiva no coletivo. “Eu acho que é uma maneira de trabalhar dentro desse viés colaborativo. Além disso, você vai se politizando, ganhando conhecimento com o tempo de luta. Então, se você pode cumprir esse papel, você pode estar ajudando sua categoria a ficar íntegra. Ser útil para conseguir cada vez mais de forma combativa”, defende.

 

“Quando me candidato é devido à minha consciência política de prestar um serviço à minha coletividade que são os trabalhadores do Judiciário sergipano. E vejo que consegui concretizar os anseios de uma boa atuação, de dar atenção aos filiados, a todos os colegas e responder a todos os questionamentos com toda a precisão possível. E pretendo continuar com essa missão”, diz Lucas, na mesma linha de pensamento de Luciana.

 

Sobre este quesito, Rafael aponta uma motivação diferente para a sua candidatura, que é a preocupação com o fortalecimento da entidade sindical e consequentemente com a preocupação com a qualidade dos serviços prestados pela categoria à sociedade. “O que me levou a ser representante de base é minha intenção em melhorar o serviço. Quero que se torne eficiente o serviço prestado para a população, e hoje a gente sabe a gestão do Tribunal não está alinhada com eficiência do serviço. A gente quer realmente mudar isso”, aponta.

 

As inscrições vão até o dia 31 de maio. Para se inscrever a representante de base do seu local de trabalho, acesse o edital e demais informações aqui.

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